Hoje, é dia 18 de Maio de 2009, e neste momento são precisamente 22h e 16 minutos. E é nesta hora que vou começar a falar de ti ao mundo. Vou dizer a toda a gente aquilo que és, e como és brilhante. És excepcional, e neste momento do texto muitos se interrogam de quem és, ou.. qual deles és.. Tenho a sorte de ter vários amigos 'lindos', o que faz as outras pessoas pensarem que "gosto" de todos eles. Mas será? Claro que não, e isso é óbvio (por momentos interrogo-me se "gosto" mesmo de algum).
O que as outras pessoas pensam e dizem sobre mim, muitas vezes até me passa ao lado. Mas bem, decidi que iria falar de ti (o meu amigo especial), não irei revelar quem é, nem irei dar pistas.. Ele?! é tudo e é todos os conceitos que arranjarem para perfeição, ele é mais que isso. Ele supera qualquer problema e ama a vida ao máximo. Ele é uma estrela que brilha, mas devia brilhar muito mais do que alguma vez brilhou. E de vez enquando sinto-me triste, revoltada mesmo, porque o mundo não vê brilhar a estrela mais brilhante do céu..
Estou sentada na cama, a escrever num caderno normal e de linhas direitas. Olho para o computador em cima da secretária e pergunto-me o porquê da sua existência, se não existisse não recordaria as conversas que tive com todos os meus heróis, especialmente das conversas que tive contigo. Volto atrás no tempo, cinco minutos, lembro-me exactamente do que fiz.. Estava a navegar pelo mar que é o teu perfil (fotografia nova?!? adoro a antiga) e enquanto vejo todos os pormenores dou por mim a pensar como poderei estar tão interessada e porquê, não, amor sei que não é. Acordo de novo, e volto ao meu caderno, continuo a escrever, passam dois minutos e... pi, pi, pi, pi, pi, pi, pi, pi, mensagem nova, interrompo a minha super concentração, para ler uma mensagem que esperaria que fosse no mínino interessante, abro-a e desilusão, só dizia "lol". Volto ao caderno,na esperança de ser desta que acabo o que começei. Há quem diga que ele é lindo, outros perfeito e já ouvi mesmo íncrivel.. para mim, ele não passa de único. Único, que quererá isto dizer?! Será que tem o mesmo significado para mim do que para os outros?! Continuando, não, não consigo continuar com esta dúvida por tirare assim snedo largo o caderno em cima da cama, levanto-me e alcanço o primeiro dicionário de Língua Portuguesa que encontrei, escondido atrás de uma folha, riscada e razurada e ao fundo consigo ler... são poemas que escrevi, talvez para ele, quase decerto. Procuro rapidamente a palavra "único", diz-me que... (trim, trim.. o meu telefone toca.. bem quem poderá ser a estas horas?! número privado. Não vou atender, vou, não resisto, tenho curiosidade. Era uma colega! Sinistro, queria apenas dar-me uma simples "boa noite", e passa.) volto ao dicionário e diz: "único - que não tem outro da sua natureza", sim é mesmo isso, como ele não há igual. Ele é diferente, tem qualquer coisa de diferente, o toque da sua pele não podia ser mais suave, os seus beijos mais doces, os seus olhos mais ternos e as suas mãos mais seguras.. começo a viajar, mas logo se acaba esta viagem com uma paragem denominada de "TELEMÓVEL" opá que nervos, prontoestá em silêncio, agora já ninguém me incomoda, pelo menos até quando eu quiser, desejo mesmo escrever, algo sobre ti, é importante para mim. Posso continuar, sozinha, no meu mundo e invadindo o teu. Não quero ser chata, e com estas tecnologias o meu telefone não parou de tocar e há mais de uma hora que aqui estou, sabes que mais...
... AMO-TE MEU HEROÍ!
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quinta-feira, 27 de agosto de 2009
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